13 de agosto de 2014

O que o dia nos trouxe hoje? A imagem do adeus...A imagem da partida...Adeus...


"Se você pode mudar alguma coisa, mude. 
Mesmo que essa coisa seja pequena e pareça, no começo, insignificante. 
Mesmo porque tudo tem significado. 
Hoje a gente pode não conseguir enxergar, mas lá na frente os motivos vão dar as caras. 
Eles sempre dão. 
E nos surpreendem (ainda bem)." 

Clarissa Corrêa



"A gargalhada é quando o riso decide cantar." 

Carpinejar



"Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas, que estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem, outros que só existem diante das minhas janelas, e outros, finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim." 

Cecília Meireles



O mesmo desencanto de quando descobrimos que tudo acaba se transforma em satisfação quando um ciclo ruim se fecha, quando uma dor passa. 
O tempo que leva também traz... não o que se foi, mas novas possibilidades, novos rumos, desde que não estejamos de olhos fechados lamentando o que perdemos. 

Aíla Sampaio



Sonha acordada e faz planos mirabolantes. 
Espalha palavras doces pelo caminho e espera que as letras sejam devoradas. 
E são. 
Sempre são. 
Os corações têm fome de afeto! 

Briza Mulatinho



"Amar é querer estar perto, se longe; e mais perto, se perto." 

Vinicius de Moraes



"Presta o ouvido a todos, e a poucos a voz. 
Ouve as censuras dos demais; mas reserva tua própria opinião." 

William Shakespeare



"Há mais mistérios entre o céu e a terra, do que toda a nossa vã filosofia." 

William Shakespeare



Quem é você 
Que sussurra no meu ser 
Que me dizes o que ver 
O que trazes pra eu fazer? 
Em que escala evolutiva te encontras? 
Para que eu não perca as contas 
Das palavras que brotam 
E logo em seguida ventos sopram 
No silêncio que antecede 
No barulho da mente que não se mede 
No olhar calado 
Na boca muda 
O que me faz surda? 
Se agora só te ouço 
Como na mente um calabouço 
Cheio de riquezas verbais 
Vem dos meus ancestrais? 
Se é frase curta 
Parece até meio biruta 
Mas que não oscila 
A razão não vacila 
O punho treme vomitando palavras 
Que borram o papel como larvas 
O caderno é a terra 
Tu és a semente 
Eu sou o lavrador 
Que debulha a mente 
Que encontra somente 
A certeza da escrita, prescrita, não dita, ouvida, sentida 
Na ponta da caneta 
Giros automáticos se repetem 
As palavras remetem 
As mensagens prometem 
O que o corpo não complete. 

Natasha Nobre



Vamos dizer adeus aos pensamentos tristes e que só reste as boas lembranças. 

Só reste amor no peito, pois no fim o que vale a pena é ser feliz. 

Caio F Abreu


maria tereza cichelli

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